Sua construção (em mármore, pedras travertinas, ladrilho e tufo) foi iniciada em 72 d.C, por ordem do imperador Flávio Vespasiano. A fachada compõe-se de arcadas decoradas com colunas dóricas, jônicas e corintias. Após 8 anos de construção, Tito, filho de Vespasiano e seu sucessor no império, deu nome ao monumento de Anfiteatro Flaviano, em homenagem ao pai.
Por volta do século XI, o Anfiteatro passou a ser chamado de Coliseu, provavelmente por conta de uma estátua de bronze, o Colosso de Nero (Colosseum), que ficava ao lado do monumento.
A arquibancada do Coliseu era separada em três partes conforme a classe social: o podium, para as classes altas; as maeniana, à classe média; e os portici, ou pórticos, construídos em madeira, para a plebe e as mulheres. Um camarote próximo à arena era reservado ao imperador de
Roma, que era reverenciado pelos gladiadores antes dos combates.
Registros apontam que ele foi utilizado para espetáculos durante 500 anos. Deixou de ser usado para entretenimento na era medieval e passou a ser utilizado posteriormente para diversos fins, inclusive como habitação e forte.
O Coliseu sofreu as ações de um terremoto e por diversas vezes foi saqueado. Muitas foram suas tentativas de restauração. Hoje, apesar de continuar em ruínas, o Coliseu ainda guarda sua suntuosidade e constitui principal atração turística de
Roma, sendo visitando por milhões de turistas todos os anos. Recentemente foi eleito uma das 7 maravilhas do mundo moderno.